12/06/1993 - Palmeiras 4 x 0 Gambás
Muitos podem discordar, em especial aqueles que viveram 1974, mas eu jamais trocaria aquela tarde fria de sábado por algo em minha vida. 50 títulos da Libertadores não valeriam aquela emoção! Goleadas históricas? Muito menos! Jogos Bonitos? Desnecessário responder!
Se o dia terminou com um sem número de palmeirenses recém solteiros por terem feito a sábia escolha de priorizar o time em relação aos seus namoros, desde os curtos aos mais duradouros, ele também criou uma paixão eterna entre milhares de torcedores e um time de futebol. E duvido que algum deles se arrependa.
O que faz uma massa vestida de verde enfrentar o frio paulistano para cantar, pular, gritar, xingar, ajoelhar-se, dar a mão ao desconhecido ao lado, formando uma inquebrável corrente de 50 e tantos mil loucos, empurrar o pênalti derradeiro para o gol, comemorar, chorar, abraçar e berrar "É campeão"? Se você não sabe, não sei o que faz aqui!
Obrigado Palmeiras!
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Desculpem-me pelo texto curto e incondizente com a importância desta data, mas estou indo viajar neste feriado. Retorno para o jogo domingo e, sem muito tempo para escrever novamente, depois parto para o Uruguai. Após essa "maratona", prometo textos condizentes com a importância das datas.